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6 de agosto de 2026

A tabela de preço do ferro velho voltou a ganhar relevância em 2026 entre recicladores, pequenos coletores, empresas de demolição e consumidores que desejam vender metais acumulados. Os valores praticados no Brasil não seguem uma cotação nacional única: variam por material, grau de separação, quantidade negociada, custos de frete e praça de compra. Dados de tabelas comerciais e referências oficiais indicam que o ferro comum costuma operar em patamares baixos por quilo, enquanto cobre e alumínio mantêm maior valor agregado, tornando a triagem uma etapa decisiva para melhorar o retorno financeiro da sucata.
Consultar uma tabela de preço do ferro velho é o primeiro passo para estimar quanto vale um lote, mas não substitui a cotação direta com um depósito ou reciclador da região. Em geral, estabelecimentos compram materiais conforme a demanda das siderúrgicas, fundições e indústrias de transformação. Por isso, uma referência publicada no início do mês pode não representar integralmente o preço disponível na semana seguinte.
Nas faixas públicas consultadas para 2026, o ferro comum aparece próximo de R$ 0,18 a R$ 0,20 por quilo em algumas pautas e tabelas. Levantamentos de mercado, porém, apontam intervalo mais amplo, entre R$ 0,10 e R$ 0,80 por quilo, especialmente quando há diferenças de região, classificação e volume. A distância entre esses números demonstra por que não é correto anunciar um preço único para todo o país.
Metais não ferrosos normalmente apresentam remuneração superior. Em pauta oficial disponível no portal da Secretaria da Economia de Goiás, o cobre é listado a R$ 8,00 por quilo, enquanto a sucata de alumínio aparece a R$ 2,50 por quilo e as latas de alumínio prensadas a R$ 2,90 por quilo. A referência pode ser consultada na pauta de sucata do Governo de Goiás. Trata-se de uma pauta fiscal e não de uma garantia de compra em qualquer cidade, mas os dados ajudam a visualizar a diferença entre categorias.
As atualizações frequentes também são um fator central. A plataforma Sucatas.com informa que sua tabela nacional recebe atualização mensal próxima ao dia 15. Já tabelas comerciais podem registrar alterações em outras datas, acompanhando negociações regionais e condições de mercado. Assim, quem pesquisa preço de sucata deve sempre verificar a data-base, a unidade de medida e se os valores incluem retirada, transporte ou bonificação por volume.
O nome ferro velho é usado de forma ampla, mas abrange peças e ligas muito diferentes. Ferro fundido, aço, chapas, vergalhões, cavacos de usinagem, eletrodomésticos e estruturas metálicas podem receber classificações distintas. O comprador precisa avaliar pureza, umidade, presença de plástico, borracha, terra, tinta em excesso e outros contaminantes antes de definir o preço final.
Em lotes domésticos, itens misturados costumam ser pesados como sucata mista, uma categoria com menor remuneração. Quando o vendedor separa materiais, a operação tende a se tornar mais transparente: cobre não deve ser entregue junto com ferro, e latas de alumínio prensadas não devem ser confundidas com perfis, panelas ou alumínio contaminado. A separação reduz perdas na triagem e pode permitir que cada metal seja pago conforme sua categoria.
O volume também altera a negociação. Um pequeno lote levado pelo próprio vendedor ao pátio pode receber um valor diferente de uma carga industrial retirada por caminhão. Empresas geradoras de sucata precisam considerar, além do preço por quilo, custos logísticos, disponibilidade de caçambas, frequência de coleta, documentação fiscal e condições de pagamento. Para negócios recorrentes, solicitar propostas de mais de um comprador é uma prática recomendável.
Há ainda uma questão ambiental. A reciclagem reduz a necessidade de extração de matérias-primas e direciona metais para novas cadeias produtivas. No caso de equipamentos eletrônicos, porém, a destinação exige cuidados adicionais devido à presença de componentes que não devem ser descartados em sucata comum. A Política Nacional de Resíduos Sólidos estabelece princípios para gestão e logística reversa, e informações institucionais podem ser acompanhadas no portal do Ministério do Meio Ambiente e Mudança do Clima.
A tabela abaixo reúne referências indicativas mencionadas em fontes públicas e comerciais. Ela não representa preço garantido, não contempla todos os estados e deve ser usada apenas como ponto de partida para a negociação local.
| Material | Faixa ou valor de referência | Unidade | Observação |
|---|---|---|---|
| Ferro comum | R$ 0,18 a R$ 0,20 | kg | Faixa observada em tabelas públicas; pode variar por praça. |
| Ferro e aço comum | R$ 0,10 a R$ 0,80 | kg | Intervalo amplo citado em conteúdos de mercado, conforme volume e classificação. |
| Cobre | R$ 8,00 | kg | Valor de referência em pauta oficial de Goiás. |
| Alumínio sucata | R$ 2,50 | kg | Referência de pauta oficial; qualidade interfere na compra. |
| Latas de alumínio prensadas | R$ 2,90 | kg | Categoria específica, com valorização ligada à prensagem e limpeza. |
O cobre merece atenção especial porque pode ser comercializado em classificações diferentes, como cabo com capa, fio desencapado, cobre misto ou radiador. O mesmo vale para o alumínio, que pode incluir latas, perfis, panelas, blocos e cavaco. Antes de usar qualquer tabela de preço do ferro velho para calcular receita, é necessário confirmar como o comprador identifica cada material.
Não existe um valor nacional fixo. Em referências de 2026, o ferro comum aparece perto de R$ 0,18 a R$ 0,20 por quilo em determinadas tabelas, mas o mercado pode trabalhar com faixas entre R$ 0,10 e R$ 0,80 por quilo conforme a região, a qualidade e o volume.
O cobre possui maior valor industrial e demanda relevante em fios, cabos, equipamentos elétricos e diversos processos produtivos. Sua disponibilidade e capacidade de reciclagem fazem com que seja normalmente mais valorizado que sucatas ferrosas.
Separar materiais, remover contaminantes, organizar lotes maiores e comparar propostas são medidas que podem melhorar a negociação. A remuneração adicional, contudo, depende das regras e da demanda de cada comprador.
Não. Pautas oficiais podem ter finalidade fiscal ou servir como referência administrativa. Depósitos privados formam seus preços de acordo com custos operacionais, demanda, qualidade do lote e estratégia comercial, respeitando a legislação aplicável.
Sim, muitos estabelecimentos recebem eletrodomésticos, mas o preço pode ser menor quando há mistura de materiais e componentes não metálicos. Geladeiras, aparelhos com gases refrigerantes, baterias e eletrônicos exigem destinação adequada e podem ter regras específicas.
A tabela de preço do ferro velho funciona como uma referência útil, mas a venda deve ser decidida a partir de uma cotação atualizada e local. Em 2026, o contraste entre os valores do ferro comum e dos metais não ferrosos reforça a importância da triagem. Para quem gera sucata ocasionalmente ou em escala empresarial, materiais limpos, separados e corretamente pesados oferecem melhores condições para comparar propostas, reduzir divergências e encaminhar resíduos à reciclagem.
Os valores apresentados são indicativos, baseados em referências públicas e comerciais disponíveis em 2026, e podem mudar sem aviso prévio. Este conteúdo tem finalidade jornalística e informativa, não constitui proposta de compra, recomendação comercial, avaliação técnica ou orientação jurídica. Antes de vender qualquer material, confirme preços, classificação, exigências documentais, regras ambientais e condições de retirada diretamente com empresas habilitadas em sua localidade.
6 de agosto de 2026
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