Tabela de Glicemia por Idade: Valores e Cuidados
27 de julho de 2026

A tabela de códigos da Receita Federal permanece como uma referência essencial para pessoas físicas, empresas, contadores e desenvolvedores de sistemas fiscais que precisam recolher tributos federais por meio do Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF). Em 2026, a consulta oficial reúne mais de mil registros e continua sendo decisiva para identificar corretamente impostos, retenções, multas, juros e depósitos. A escolha inadequada do código pode direcionar o pagamento a uma receita diferente da obrigação devida, gerar pendências e exigir procedimentos de retificação, razão pela qual a verificação nos canais oficiais é relevante antes da emissão.
A tabela de códigos é um cadastro público que classifica as receitas administradas pela Receita Federal. Cada item possui, em regra, um número de quatro dígitos, uma denominação, informações de vigência, base legal e parâmetros que ajudam a definir sua aplicação. Não se trata, portanto, de uma lista genérica de impostos: o código de receita identifica a natureza específica da arrecadação e deve corresponder tanto ao tributo quanto à situação declarada pelo contribuinte ou pela fonte pagadora.
A consulta pode ser realizada no portal oficial do Sistema de Informações e-Financeira de Receitas da Receita Federal, que disponibiliza filtros para localizar códigos por número ou por denominação. A base apresentada pelo órgão reúne 1.128 registros, incluindo códigos ativos, extintos e aqueles voltados a circunstâncias particulares. Por isso, copiar uma referência de anos anteriores ou de materiais não oficiais sem conferir a vigência pode resultar em erro operacional.
O uso mais visível da tabela está no DARF. Ao preencher o documento, o cidadão ou a empresa informa o código de receita, o período de apuração, a data de vencimento e o valor. Esses campos trabalham em conjunto. Um mesmo imposto pode ter códigos diferentes conforme a origem do rendimento, a forma de tributação, a periodicidade ou a condição do beneficiário. Em retenções de Imposto de Renda, por exemplo, a Receita mantém detalhamentos que distinguem fatos geradores e prazos de recolhimento.
O Sicalc, sistema utilizado para cálculo e emissão de DARF, é uma ferramenta de apoio importante, mas não substitui a identificação prévia da obrigação. A página de ajuda oficial do Sicalc orienta o preenchimento e o cálculo de acréscimos legais quando há atraso. Na prática, o sistema pode calcular multa e juros conforme os dados informados, porém a responsabilidade pela seleção do código aplicável permanece com o contribuinte ou seu representante.
Em 2026, a atenção também se relaciona às tabelas de tributação do Imposto de Renda publicadas pela Receita. Alíquotas, faixas, regras para rendimentos de não residentes, prêmios e outras incidências precisam ser analisadas com a legislação e com a categoria da receita. As tabelas de tributação de 2026 servem como fonte complementar para entender a incidência, mas não eliminam a necessidade de consultar o código de arrecadação adequado.
Entre os códigos mais procurados está o 0211, associado às quotas do Imposto sobre a Renda da Pessoa Física (IRPF) apuradas na declaração anual. Ele não deve ser confundido com o 0190, utilizado em situações de carnê-leão relacionadas a rendimentos recebidos de pessoa física ou do exterior, observadas as regras aplicáveis. A proximidade temática entre ambos ilustra por que a denominação oficial precisa ser lida integralmente antes da geração do DARF.
O código 4600 é uma referência conhecida para imposto sobre ganho de capital na alienação de bens ou direitos, enquanto o 6015 costuma aparecer em operações realizadas em mercados de renda variável, como bolsa de valores. Já o 0561 é frequentemente associado ao Imposto de Renda Retido na Fonte incidente sobre rendimentos do trabalho assalariado e pro-labore. Apesar de recorrentes, esses exemplos não autorizam uso automático: a condição do contribuinte, o período de apuração e a descrição vigente na tabela devem ser compatíveis com o caso concreto.
Para empresas, a complexidade pode aumentar em pagamentos decorrentes de retenções, parcelamentos, ajustes de declarações e receitas vinculadas a regimes específicos. A tabela de códigos da Receita Federal também é usada em rotinas de escrituração, obrigações acessórias e integrações de softwares contábeis. Nesse cenário, manter cadastros internos atualizados é uma medida de conformidade tributária e reduz o risco de divergência entre a guia paga e a informação entregue ao Fisco.
| Código | Referência de uso | Contribuinte ou responsável | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|
| 0211 | Quotas do IRPF apurado na declaração | Pessoa física | Usar conforme a opção de pagamento das quotas da declaração. |
| 0190 | Carnê-leão | Pessoa física | Exige análise da origem dos rendimentos e da apuração mensal. |
| 4600 | Imposto sobre ganho de capital | Pessoa física ou jurídica, conforme o caso | Relacionar ao cálculo correto do ganho e ao prazo aplicável. |
| 6015 | Imposto em operações de renda variável | Investidor | Considerar regras de apuração e compensação de resultados. |
| 0561 | IRRF sobre trabalho assalariado e pro-labore | Fonte pagadora | Validar período, natureza do rendimento e obrigação de retenção. |
A tabela acima tem finalidade informativa e destaca referências recorrentes nas buscas dos contribuintes. A confirmação final deve ocorrer na base oficial, pois alterações normativas, extensões de código e mudanças de vigência podem modificar a aplicação prática. Para códigos de IRRF, a Receita também disponibiliza uma tabela específica de códigos e extensões de IRRF.
É o cadastro oficial que identifica receitas administradas pela Receita Federal, incluindo tributos, retenções, multas, juros e depósitos. Os códigos são utilizados principalmente no preenchimento de DARF e em processos fiscais ou contábeis relacionados.
A fonte prioritária é a consulta pública mantida pela Receita Federal. O contribuinte deve pesquisar a denominação ou o número do código e conferir a situação do registro, a descrição e os dados de vigência antes de emitir a guia.
Não necessariamente. O Sicalc auxilia na emissão do DARF e no cálculo de acréscimos legais, mas os dados inseridos devem refletir a obrigação correta. A seleção inadequada do código pode produzir uma guia formalmente válida, porém vinculada à receita errada.
Sites especializados podem ajudar na pesquisa inicial, mas não devem ser a única fonte de validação. A recomendação é confirmar sempre no cadastro oficial da Receita, especialmente quando houver atualização legislativa, pagamento em atraso ou operação de maior complexidade.
O procedimento depende da natureza do erro, do valor e da situação da obrigação. Pode ser necessário solicitar retificação ou redirecionamento do pagamento nos canais da Receita e apresentar documentos comprobatórios. A orientação de um contador ou advogado tributarista pode ser necessária para evitar nova pendência.
A tabela de códigos da Receita Federal é um componente técnico, mas tem efeito direto na regularidade fiscal de milhões de contribuintes. Em um ambiente de digitalização de declarações, cruzamento de dados e emissão eletrônica de guias, informar corretamente o código de receita é tão importante quanto calcular o valor devido. A prática mais segura em 2026 é consultar a fonte oficial, verificar a vigência e preencher todos os campos do DARF com base na obrigação efetivamente apurada.
Para pessoas físicas, essa cautela é especialmente relevante em quotas do IRPF, carnê-leão, ganho de capital e operações em bolsa. Para empresas e fontes pagadoras, o cuidado se estende ao IRRF, ao pro-labore e às diversas retenções incidentes sobre pagamentos. A conferência prévia reduz retrabalho, custos de regularização e riscos de inconsistências perante a administração tributária.
Este conteúdo é informativo e não constitui consultoria contábil, jurídica ou tributária. Códigos, regras, vencimentos, alíquotas e procedimentos podem ser alterados pela Receita Federal ou por normas posteriores. Antes de recolher qualquer tributo, confirme os dados nos canais oficiais e, quando necessário, procure um contador ou profissional especializado para analisar a situação individual.
27 de julho de 2026
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